As Conversas 2.0 do labs.sapo.pt/ua estão de regresso e com um grande convidado! O Manuel Lemos, guru do PHP e fundador/gestor do phpclasses.org, vai estar no DeCA para falar de “Forging business with User Generated Content“.
Não foi simples arranjar um título para o evento porque entre viagens de regresso do Brasil não tivemos grande tempo para conversar. Este título é da nossa autoria e poderá muito bem ser alterado pelo Manuel Lemos.
O desafio lançado foi de partilhar connosco a experiência de construção e fidelização de uma comunidade em torno do phpclasses.org que, de uma forma natural, evoluiu para um negócio online suportado nos conteúdos gerados pelos próprios utilizadores.
Da última vez que o Lemos esteve em Portugal discutimos esse assunto durante um longo jantar e foi incrível a quantidade de coisas que tive oportunidade de aprender. Desde essa altura, e já lá vão alguns anos, que esperava ter a oportunidade de partilhar essa experiência com um público mais vasto.
Este evento foi organizado em pouco mais de 48h. Tudo começou com uma mensagem via Facebook a anunciar o regresso a Portugal para umas férias de Natal. O resto foi simples porque a vontade de partilhar existia dos dois lados!
O evento realiza-se no próximo dia 17, às 17h, no Auditório do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. A entrada é livre e estamos a tentar ter streaming de vídeo.
Se tiverem oportunidade não percam este evento! Aproveitem também as conversas 2.beer que se vão seguir ao evento principal
A organização deste evento teve o apoio do Mestrado em Comunicação Multimédia da UA e do CETAC.media.




8 Respostas a Conversas 2.0: “Forging business with UGC” com Manuel Lemos
Óptimo!
Por favor, façam streaming. Não é todos os dias…
Obrigado
Ora em Portugal fala-se o português.
No Brasil o português se fala também.
Somos a 5.ª língua mais falada no planeta. Porque diabo são dados títulos neste país em língua anglo-saxónica? Parecemos um país de colonizados pelos EUA. Dizia em velho sábio que dizer palavras em “americano” não revela sabedoria técnica mas sim uma profunda ignorância da língua portuguesa.
Usem o português, faz bem, não causa cancro, nem é radioactivo, não sejam como os economistas desta triste nação. Alguns economistas, bananas de repetição, autênticos papagaios dos EUA, falam nos meios de comunicação, uns chavões em inglês, alguns bastante duvidosos, para esconder a sua incompetência em resolver o problema que criaram. Biltres que levam Portugal à estagnação e retrocesso económico… mas com palavras, “técnicas” dizem eles, provenientes de universidades estadunidenses duvidosas, para que o povo não perceba e se baralhe ainda mais! Não façam o mesmo por favor! É mau caminho. Defendam a língua portuguesa, usem-na, é o país que defendem.
Obrigado por aceitarem uma crítica.
MF
Não resisti, porque é um assunto sensível, mas bem é sempre a mesma coisa, enfim, a culpa agora é da língua.
O cinema português não tem audiência mundial porque nem os brasileiros nos entendem, a música portuguesa não popular sofre do mesmo, e continuam a insistir na utilização de uma língua que obriga a traduções estúpidas que nos afastam do resto do planeta naquilo que interessa que é conseguirmos comunicar.
O que interessa é que consigamos comunicar com todos, e deixar-nos de pensar apenas no nosso cantinho.
Concordo plenamente. O importante é comunicar e nos dias de hoje, com a internet a fazer o papel de uma unica nação, comunicar numa língua “standard” (não resisti) é essencial e bem mais importante do que andar com falsos patriotismos. Há coisas bem mais importantes a defender no nosso país.
Manuel, obrigado pelo feedback.
A proposta do título do Manuel Lemos era em português. Tal como escrevemos no post, este título provisório foi da nossa autoria.
Com a pressão da organização do evento em tão pouco tempo fomos pela solução mais simples. Não conseguíamos arranjar um título em português que nos parecesse soar bem e tínhamos que finalizar o cartaz. Não é justificação suficiente mas foi o motivo real.
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