17.44
O Edubits chegou ao seu fim. Talvez passa a ser um evento anual…?
17.32
Não existem soluções definitivas. Daqui a poucos anos, o panorama tecnológico e social será diferente do actual, necessitando de novas aplicações. Este desenvolvimento é garantido e temos que estar preparados para tal.
17.29
A formação não deve ser só tecnológica, mas visar também um uso didáctico adequado.
17.28
Será que a nova plataforma tem total supore institucional? É garantido que todos os potenciais utilizadores tenham conhecimentos e/ou formação adequada?
17.27
Aspectos fundamentais a considerar na adopção de novas plataformas: será a plataforma sustentável? Vale a pena efectuar um esforço de adopção da nova plataforma, pode-se garantir que ela é usada no futuro?
17.24
O professor Fernando Ramos tomou a palavra para o painel final do Edubits.
17.05
Livestream com melhor qualidade de imagem: http://www.livestream.com/mcmm.
16.50
Início da apresentação “Sapo Campus na Universidade de Aveiro”, por Carlos Santos e Luís Pedro.
16.06
Pretende-se adoptar serviços web 2.0 para incluir na homepage da UA.
16.04
Desafios - integração de novas ferramentas da web 2.0 - entrada na wiki, como garantir qualidade? Conta de twitter, quem é o responsável?
16.00
O jornal da UA conta com 40 contribuidores diferentes.
15.56
E… fiquei sem bateria. O liveblogging fica para já exclusivamente a cargo do @timkg 
15.54
Apenas 25% dos utilizadores acedem a partir da UA.
15.54
No último ano foram registadas 5 milhões de visitas ao portal da UA. E a maior parte são utilizadores fieís.
15.54
O portal da UA recebe ca. de 850.000 visitas únicas por ano.
15.44
Inicia-se a apresentação “Portal UA - Desafios colocados pela web social na comunicação institucional”, por Margarida Almeida, Cristina Guimarães e Diogo Casa-Nova.
15.36
O facto é que o Blackboard, como ferramenta inerentemente fechada, não responde às necessidades reais dos alunos nem corresponde às expectativas por eles criadas enquanto utilizadores da Web fora do contexto curricular.
15.34
No Mestrado em Comunicação Multimédia, o uso do Blackboard é praticamente nulo. Diz muito, não?
15.29
Livestream do livestream no Qik. Technology overkill 
15.29
A discussão está neste momento a girar em torno de serviços pagos, e os problemas inerentes a esse factor.
15.20
Assistimos à participação por videoconferência do prof. Jorge Ferraz.
15.15

15.14
A apresentação está a ser transmitida no livestream.
15.13
Fala-se do Thinkster, uma plataforma comunitária baseada em Wordpress MU criada com vista a partilhar ideias e recursos.
15.11
O Thinkster baseia-se no Wordpress MU (multi-user), adaptado por alunos do mestrado às necessidades da comunidade.
15.10
Link para a plataforma: Thinkster
15.10
Os docentes apresentam o thinkster, ferramenta adoptada no 2º ano do mestrado para facilitar a comunicação entre os alunos e docentes.
15.09
Agora, num salto muito rápido, estou a assistir à apresentação “Mestrado em Comunicação Multimédia - Tecnologia built-in”.
15.06
Pedro Almeida e Luís Pedro iniciam a apresentação “Mestrado em Comunicação Multimédia - Tecnologia built-in”. Algumas palavras-chave: blended learning, partilha, distância-proximidade, comunidades, web 2.0.
14.59
Acabámos de ouvir uma história de uma pessoa com uma doença terminal, que leva uma vida normal no SL, tendo casado e engravidado no mundo virtual. Wow!
14.57
“Be more! Feel free! Just be you!” É assim que a Teresa acaba a sua apresentação. Inspirador, não acham? #edubits_ua
14.52
A questão de utilizar as facilidades de voz do SL é pertinente. Pessoalmente, acho que a comunicação textual é menos constrangedora. Por outro lado, grande parte da comunicação está na linguagem gestual e no tom de voz adoptado.
14.52
A plataforma Movinter conta com a participação de muitas universidades e redes de universidades inovadoras. Assim, consegue reunir os “decision makers” da comunidade académica, e cria uma plataforma de uso exclusivo académico com forte aderência internacional. Desta forma maximiza-se a relevância das mensagens para os utilizadores.
14.49
A ferramenta é sobretudo de networking. O público levanta uma questão pertinente: com tantas aplicações (LinkedIn, Facebook, etc.), porque criar *mais* um login, mais uma aplicação a seguir?
14.46
A plataforma permite a publicação de interesses e áreas de actividade e encontrar pessoas com interesses partilhados, facilitanto o contacto entre pessoas e instituições académicas a escala internacional.
14.45
“SL não é um jogo. Entra-se, e depois é preciso decidir o que fazer naquela vida.”
14.45

14.41
A plataforma Movinter permite ser uma plataforma de comunicação para a comunidade académica internacional. Permite a criação de perfis com informação pessoal e interesses e actividades académicas.
14.40
Acompanhem a discussão no Twitter: #edubits_ua
14.39
“Dificuldade em converter os professores mais velhos ao SL” E os alunos?
14.37
Site do projecto: Movinter
14.36
Como integrar a actividade académica de pessoas dispersas geograficamente?
14.34
Segundo o estudo da Teresa, os alunos tendem a mostrar muito interesse, sendo intervenientes e criativos, e oferecendo sugestões e soluções alternativas aos problemas apresentados. Coisa que não parece acontecer muito nas aulas RL (Real Life) 
14.33
Fiquei a saber que existe uma quantidade enorme de cursos no Second Life. Muitos têm a ver com as dinâmicas do próprio mundo (jogo?), mas outros cobrem temas diferentes, como a Fotogragfia.
14.28
Rui Raposo inicia a sua apresentação sobre “MOVINTER - networking e mobilidade 2.0″. Mobilidade virtual no ensino superior ibérico e da América Latina.
14.25
Depois do almoço, ainda de barriga cheia, estamos a acompanhar a apresentação de Teresa Bettencourt, intitulada “Social Interactions in Virtual Learning Environments”.
13.15
Gerou-se uma boa discussão. E agora, vamos almoçar!

13.12
Uma discussão alargada sobre questões de avaliação online interrompeu a apresentação. Existem discussões paralelas sobre a avaliação da participação de alunos em ambientes online, e sobre a avaliação de trabalhos entregues ou publicados online.
13.04
Possibilidade de avaliar um recurso utilizando diferentes escalas. Absolutamente necessário ou demasiado complexo?
13.02

12.56
O ponto de partida de todo este trabalho é a enorme complexidade de avaliar participações online de alunos, em várias plataformas e tipos de media distintos. Integração, Integração!
12.50
A ferramenta ainda está em desenvolvimento, mas já estamos a ver screenshots / mockups da ferramenta. A plateia cresceu consideravelmente - existe um grande interesse por parte dos presentes. Muitos professores a assistirem à apresentação de um aluno sobre avaliação de alunos. 
12.47
O SAPO Campus visa oferecer uma ferramenta online, integrada no ambiente de produção de conteúdo pelos alunos, que permite ao professor definir os seus próprios critérios de avaliação.
12.45
O Rodolfo e o Carlos Santos vêm falar-nos de uma “Ferramenta para avaliação das participações online”
12.44
Ferramentas externas para registo da avaliação e observações, como folhas Excel, são difíceis de usar porque rompem com a observação directa, sendo necessário alternar a atenção entre objecto a ser avaliado e ferramenta de registo. Esta dificuldade é agravada devido à grande quantidade de material produzido pelos alunos.
12.43
Cheguei atrasado à apresentação do Rodolfo Costa, mas agora já cá estou!
12.42
Em contextos de participação online não se podem usar os mesmos mecanismos de avaliação como em ambientes tradicionais. A quantidade de informação gerada pelos alunos em ambientes online proíbe uma abordagem tradicional.
12.40
Prof. Carlos Santos está a fazer a introdução. Como tornar o processo de avaliação da participação dos alunos em contextos de elearning mais fácil por parte dos professores?
12.38
Nova sessão: “Ferramentas para a avaliação das particiapações online”, de Rodolfo Costa.
12.34
Levanta-se a questão da aparente falta de dedicação ao estudo por parte dos alunos devido à facilidade de obtenção de resultados e respostas pela Internet.
12.18
Após uma mostra de exemplos de aplicações e-learning a serem usadas na ESSUA (Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro), inicia-se uma sessão de perguntas pelo público.
12.16
Como podemos criar uma rede onde a partilha é eticamente saudável, de construção e não “serviço”?
12.12
Existirá sempre um núcleo duro de pessoas que se conhecem fisicamente e partilham dúvidas e recursos.
12.12
O espaço virtual (no âmbito do LCD) será sempre uma extensão do que acontence no espaço físico.
12.11
Uma Base de dados de objectos de aprendizagem ajuda na criação de material didáctico, permitindo a sua reutilização em diversos momentos de ensino / avaliação.
12.09
O método tradicional de investigação invalida a cooperação e partilha de descobertas e inquietações numa rede social? Ou seja, será que os orientadores devem permitir um processo de investigação aberto, sob risco de perder “exclusividade”?
12.06
A escola ou instituição deve oferecer material de estudo para atingir níveis satisfatórios de avaliação nas diversas competências. Para atingir níveis excelentes, o aluno deve efectuar um próprio estudo auto-dirigido.
12.05
A página do LCD no Ning:

12.04
Cada competência procurada nos alunos necessita da identificação de critérios de avaliação.
12.03
“Temos que considerar que por trás das ferramentas 2.0, por mais avançadas que sejam, estão pessoas, que as utilizam com vários níveis de proficiência”
12.02
A nível das ciencias biomédicas não estão a ser utilizadas tecnologias ao nível de relacionamento entre aluno e professor.
12.01
A identificação de blocos ou módulos de conteúdo faz com que as barreiras entre conteúdo lectivo sejam levantadas, pode haver reutilização de módulos em várias disciplinas.
11.59
O papel do docente também sofre alterações com esta mudança de paradigma. De que forma é que as TIC existentes podem ajudar nesta nova metodologia de ensino-aprendizagem?
11.58
O espaço no Ning traz uma nova atitude, com vista na partilha de recursos e ideias apoiado em ferramentas da Web 2.0.
11.58
Pretende-se que o aluno seja mais autónomo a estudar, não se limitando a receber a matéria do professor, incutindo mais responsabilidade do lado do aluno.
11.57
O portal do Laboratório de Courseware Didáctico é ainda muito “1.0″. Por isso, foi criado um espaço mais dinâmico no Ning.
11.56
Principalmente na área da Saúde é essencial garantir um estudo de toda a matéria, e não de apenas parte.
11.55
Verificaram-se necessidades de mudança do modelo de ensino. A avaliação baseada em critérios baseia-se na identificação de componentes que perfazem uma disciplina, e a avaliação de cada uma delas. Desta forma combate-se um estudo fragmentado de partes da matéria, tentando os alunos atingirem qualificação positiva estudando a metade da matéria com que estão mais familiarizados.
11.53
Vamos agora para a apresentação do Professor António Moreira: “Redes e actividade de investigação: o lado 2.0 da coisa”. Infelizmente, o Professor António não pode estar presente, de maneira que a apresentação está a ser dinamizada pelo Professor Francislê Sousa.
11.50
“Avaliação baseada em Critério e a utilização de tecnologias de informação”, de Alexandra Queirós.
11.47
Coffeebreak está a chegar ao fim, com um ligeiro atraso. A segunda sessão da manhã está prestes a começar!
11.20
Hora do coffee break, vou ali e já venho! TTYL :p
11.15
Se o Twitter não for a vossa cena, façam login no Facebook e visitem esta página!
11.14
Paralelamente a este liveblog, acompanhem a discussão fervilhante no Twitter!
11.12
A nível de público-alvo deste estudo, estamos a falar de cerca de 10 cursos, e muitos (!) docentes. Ah, e isto sem contar com a Universidade Aberta!
11.06
Question time!
Pergunta (P): “Em termos práticos, como se operacionaliza este modelo no terreno?”
Resposta (R): “Utilizar ferramentas online para disponibilizar informação, focado nos docentes que ministrem cursos de eLearning/bLearning. Tentar perceber que tipo de avaliação o docente faz da sua própria estratégia, e criar um painel de ‘boas práticas’ que outros docentes possam consultar. A ideia é classificar as estratégias que conseguir identificar.”
10.59
Deêm uma olhada neste recurso: Technology Integration Matrix
10.54

10.49
Foram definidos três vectores de Avaliação: Interacção, Tecnologia e Aprendizagem. #edubits_ua
10.48
A avaliação do Ensino costuma ser baseada ou em factores económicos ou em resultados académicos “em bruto”.
10.46
Ana Balula, professora no ESTGA, vai apresentar-nos uma “Proposta de Modelo de Avaliação das Estratégias de Ensino Online”
10.46
Rui Vieira é professor no Departamento de Educação da Universidade de Aveiro. Acabou a apresentação, vamos passar já à próxima!
10.38
O site do projecto SERe:

10.33
Não esquecer de passar pelo blog de Rui Vieira sobre estas temáticas!
10.24

Estamos a ver a apresentação “TIC na Formação de Professores do Ensino Básico na Área das Ciências”, dinamizada por Rui Vieira.
10.09
Uma nota final sobre o projecto Farol, um “living lab” que pretende por toda a Universidade a testar serviços e tecnologias. Parece interessante, não acham?
10.07
Já acabou a Keynote, e muito boas questões levantou o nosso vice-reitor. Um óptimo começo para o #edubits_ua !
09.59
A palavra-chave nesta keynote é “integração”. Integrar tecnologias, infraestruturas e plataformas, para o bem de toda a comunidade académica.
09.48
Fala-se na tradicional “ponte” entre a UA e a PT. O SAPO, um dos apoiantes deste Edubits, é um belo exemplo desta parceria.
09.44
Estão também espalhados pela sala alguns whiteboards, escrevam, desenhem, a ideia é estimular a criativdade!
09.41
A ideia é utilizar vários media para produzir conteúdo para o evento. Temos câmeras, blogs, Twitter, etc. Usem à vontade!
09.40
Està a começar a Keynote de abertura!
09.28
Rui Vieira fala sobre o Courseware “SERe”. Mais informações nesta página da Ludomedia, uma das empresas parceiras no projecto.
09.15
O espaço está a acabar de ser montado, ainda está cá pouca gente, e o sono paira no ar…
09.06
Este espaço vai ser hoje utilizado para o “liveblog” do evento! As actualizações vão ser pequenas mas rápidas, ao estilo do Twitter. Matenham-se atentos!
08.21

Esta é a hashtag com a qual devem identificar os vossos posts no Twitter. Já agora, se ainda não o estão a fazer, sigam-nos!
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